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Em 1851, Léopold Louis-Dreyfus, filho de um agricultor na França, ingressa no negócio de grãos na Suíça. Sete anos depois, expande sua atuação com a comercialização de grãos na Hungria e na Romênia. Em 1860, monta uma rede de escritórios na Alemanha e na França.
O Grupo Louis Dreyfus começa a negociar em mercados futuros e passa a contar com escritórios em toda a Europa, América do Norte e do Sul, África do Sul, Índia, Indochina, China, Austrália e Rússia.
O Grupo abre seu primeiro escritório na Austrália e torna-se membro da Bolsa de Mercadorias de Nova York, operando com exportações e importações de grãos. Em 1915, os filhos de Léopold Louis-Dreyfus, Louis e Charles, assumem os negócios e expandem para a América do Norte, América do Sul e Rússia.
Em 1924, o Grupo passa a operar na África do Sul, Argentina e no Canadá. Com a morte de Louis, os três netos do fundador, Jean, François e Pierre, assumem o controle da companhia.
No Brasil, o Grupo adquire a empresa Comércio e Indústrias Brasileiras-Coinbra, expandindo suas atividades para o comércio de açúcar, produtos cítricos, oleaginosas e café.
Os principais escritórios de exportação do Grupo estabelecem-se em Nova York, Chicago, Winnipeg, Buenos Aires, São Paulo, Saigon, Johanesburgo, Xangai, Bombaim e Melbourne. Em 1969, Gérard Louis-Dreyfus torna-se presidente da companhia.
O Grupo amplia suas atividades, passando a atuar nos mercados de algodão, açúcar, sucos e café. No Brasil, dá início ao processamento de soja e lança no mercado as marcas de óleo refinado Vila Velha e Valência. Em 1988, adquire a Frutropic Agropecuária, marcando a sua estreia na produção de sucos.
Passa a contar com instalações portuárias no Rio Paraná e uma unidade de processamento de soja na Argentina. No Brasil, adquire a Frutesp (1993), expandindo em citros, e a Gessy Lever (1996) - antiga Anderson Clayton -, ampliando sua capacidade de esmagamento de oleaginosas.
A virada do milênio marca o início das operações de processamento de cana-de-açúcar, com a compra de três usinas no sudeste do Brasil. Nesse período, o Grupo ingressa também no segmento de metais. Em 2005, a companhia adquire a sua terceira fábrica de sucos no interior do estado de São Paulo.
Robert Louis-Dreyfus torna-se o presidente mundial do Grupo e, a partir de uma nova visão de negócio, cria a Louis Dreyfus Commodities (LDC), organizada em Regiões e Plataformas. Ocorre também a abertura de instalações portuárias e uma unidade de processamento de soja na Argentina.
Expande sua atuação em oleaginosas na China, Índia e Indonésia. Passa a atuar também nos segmentos de fertilizantes e leite. No Brasil, inaugura um terminal de sucos no Porto de Santos e expande sua capacidade de processamento de cana-de-açúcar com a aquisição do Grupo Tavares de Melo.
Adquire uma unidade de etanol de milho nos EUA e uma de processamento de colza na Alemanha. No Brasil, cria a LDC-SEV, a segunda maior empresa do mundo no processamento de cana-de-açúcar, com 13 usinas. Expande ainda suas atividades de oleaginosas, com sua marca própria, Vibhor, na Índia.
A LDC ingressa no mercado de suco de maçã concentrado na China e compra a empresa australiana de algodão Dunavant. Adquire também um terminal marítimo na Indonésia, uma unidade de café na Colômbia e realiza seu primeiro embarque de NFC (suco não-concentrado) do Brasil para os Estados Unidos.
Margarita Louis-Dreyfus assume os negócios. A LDC cria na África a LDC-SSI, de fertilizantes e proteção da lavoura. No Brasil, adquire oito unidades de fertilizantes e torna-se a número um no processamento de caroço de algodão. Na Colômbia, expande em café, virando uma das líderes no segmento.
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